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No Habrá Nadie En El Mundo

Desde que el agua es libre
Libre entre manantiales, vive
Jazmines han llorado
Yo no comprendo
Como en tus ojos niña
Solo hay desierto

Hermosa era la tarde
Cuando entre los olivos,
Nadie vio como yo a ti te quise
Como te quiero
Hoy los olivos duermen
Y yo no duermo

No habrá nadie en el mundo
Que cure la herida
Que dejó tu orgullo

Yo no comprendo
Que tú me lastimes con todo
Con todo el amor
Que me diste

Pa´ cuando tú volvieras
Pensé cantarte coplas viejas
De esas que hablan de amores y de sufrimiento.

Cuando tú vuelvas niña
Te como a besos

Y volaremos alto
Dónde las nubes van despacio
Despacio va mi boca
Sobre tu cuerpo tan lento que seguro se para el tiempo.

No habrá nadie en el mundo

Não Haverá Ninguém No Mundo

Desde que a água está livre
Livre entre mananciais, vive
Jasmins têm chorado
Eu não entendo
Como em seus olhos, querida
Só há deserto

Bonita era a tarde
Quando entre as oliveiras
Ninguém viu como eu te amei
Como eu te amo
Hoje as oliveiras dormem
E eu não durmo

Não haverá ninguém no mundo
Que cure a ferida
Que deixou seu orgulho

Eu não compreendo
Que você me machuque
Com todo, com todo o amor
Que você me deu

Pra quando você voltar
Penso em te cantar coplas antigas
Daquelas que falam de amor e sofrimento

Quando você voltar menina
Te devorarei a beijos

E voaremos alto
Onde as nuvens se movem devagar
Devagar irá minha boca em seu corpo
Tão devagar que certamente parará o tempo

Não haverá ninguém no mundo

Composição: Javier Limón · Esse não é o compositor? Nos avise.
Enviada por Claudia
Traduzida por Marcus
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