Heavy Horses

Jethro Tull

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Heavy Horses

Iron-clad feather-feet pounding the dust
An October's day, towards evening
Sweat embossed veins standing proud to the plough
Salt on a deep chest seasoning
Last of the line at an honest day's toil
Turning the deep sod under
Flint at the fetlock, chasing the bone
Flies at the nostrils plunder.

The Suffolk, the Clydesdale, the Percheron vie
with the Shire on his feathers floating
Hauling soft timber into the dusk
to bed on a warm straw coating.

Heavy Horses, move the land under me
Behind the plough gliding --- slipping and sliding free
Now you're down to the few
And there's no work to do
The tractor's on its way.

Let me find you a filly for your proud stallion seed
to keep the old line going.
And we'll stand you abreast at the back of the wood
behind the young trees growing
To hide you from eyes that mock at your girth,
and your eighteen hands at the shoulder
And one day when the oil barons have all dripped dry
and the nights are seen to draw colder
They'll beg for your strength, your gentle power
your noble grace and your bearing
And you'll strain once again to the sound of the gulls
in the wake of the deep plough, sharing.

Standing like tanks on the brow of the hill
Up into the cold wind facing
In stiff battle harness, chained to the world
Against the low sun racing
Bring me a wheel of oaken wood
A rein of polished leather
A Heavy Horse and a tumbling sky
Brewing heavy weather.

Bring a song for the evening
Clean brass to flash the dawn
across these acres glistening
like dew on a carpet lawn
In these dark towns folk lie sleeping
as the heavy horses thunder by
to wake the dying city
with the living horseman's cry
At once the old hands quicken ---
bring pick and wisp and curry comb ---
thrill to the sound of all
the heavy horses coming home.

Cavalos Pesados

Pés de pluma blindados com ferro golpeando a poeira
Um dia de Outubro, rumo ao entardecer
Veias com suor embutido, mantendo-se orgulhosas ao arado
Sal em uma arca profunda, temperando
Último da fila no árduo trabalho de um dia honesto
Virando o prado de ponta-cabeça
Pederneira no machinho, perseguindo o osso
Moscas nas pilhagens de narinas.

Os Suffolk, os Clydesdale, os Percheron competem
Com o Condado em suas plumas flutuando
Transportando madeira leve no anoitecer
Para dormir em um quente revestimento de palha.

Cavalos pesados, movem a terra embaixo de mim
Por trás do arado escorregadio --- deslizando e resvalando livres
E agora vocês estão reduzidos a poucos
E não há trabalho a fazer
O trator está a caminho.

Deixe-me encontrá-lo uma potranca para sua semente de garanhão orgulhoso
Para manter a antiga linhagem em frente
E nós o apoiaremos lado-a-lado no fundo da floresta
Atrás das jovens árvores nascendo
Para escondê-lo de olhos que zombam de sua forma
E suas dezoito mãos no ombro
E um dia, quando os barões do petróleo estiverem todos secos
E as noites parecerem nascer mais frias
Eles vão implorar por sua força, seu poder gentil
Sua nobre graça e sua postura
E você se empenhará mais uma vez ao som das gaivotas
No despertar do arado profundo, compartilhando.

Parados como tanques no topo da colina
Encarando o vento gelado
Em revestimento de batalha rígida, acorrentados ao mundo
Correndo contra o sol baixo
Me traga um torno de madeira de carvalho
Uma rédea de couro polido
Um cavalo pesado e um céu desabando
Fermentando um clima pesado.

Traga uma canção para o entardecer
Limpe o latão para iluminar a madrugada
Através destas terras cintilando
Como carvalho em um tapete de relva
Nessas cidade escuras o povo se encontra dormindo
Enquanto os cavalos pesados rugem por tudo
Para acordar a cidade moribunda
Com o grito do cavaleiro vivo
De uma só vez, as velhas mãos estimulam
Traga picareta, paveia e almofaça
Emocione-se com o som de todos
Os cavalos pesados voltando pra casa.

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