Ficción

Juanes

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Ficción

Vuelven de nuevo a salir
Con sus vestidos
De yo nunca fuí, nunca engañé jamás
Pero todos sabemos que si
Que detras de tu cara hay temor
Y algún día la vas a pagar

Y vuelves de nuevo a mentir
Con tus palabras
Parte de tu rutina de tu día normal
Pero yo creo mas en el poder
De mi raza y de mi religión
De mi pueblo y de su convicción, oh si. . . .

Yo ya no se que es lo que pasa
Que este mundo esta peor
Se me resaca la conciencia
Y no le encuentro solución
Echan al hueco lo que sirve
Y dejan siempre lo que no
Se les olvida lo sublime
y alucinan con ser Dios. . . .

Matale, matale matador
Según parece
Eso te hace sentir mucho mas vencedor

Pero todos sabemos que si
Que detras de tu alma hay ficción
Y algún día la vas a pagar, oh si. . . .

Yo ya no se que es lo que pasa
Que este mundo esta peor
Se me resaca la conciencia
Y no le encuentro solución
Echan al hueco lo que sirve
Y dejan siempre lo que no
Se les olvida lo sublime
y alucinan con ser Dios. . . .

Ficção

Voltam a sair
Com seus vestidos
Eu nunca fui, nunca engane jamais
Mas todos sabemos que sim
Que por trás de seu rosto há medo
E algum dia vai pagar

E volta a mentir
Com suas palavras
Parte de sua rotina e seu dia normal
Mas acredito no poder
Do meu caminho e minha religião
Do meu povo e da sua convicção, oh sim...

Eu já não sei o que acontece
Que este mundo está pior
Se minha consciência me destila
E não encontro a solução
Começam a cova que serve
E deixam sempre o que não
Se esquece o sublime
E se alucinam com ser Deus

Mate-o, mate-o matador
O que parece
Isso te faz sentir muito mais vencedor

Mas todos nós sabemos que sim
Que por trás de sua alma há ficção
E algum dia vai pagar por elas, oh sim...

Eu já não sei o que acontece
Que este mundo está pior
Se minha consciência me destila
E não encontro a solução
Começam a cova que serve
E deixam sempre o que não
Se esquece o sublime
E se alucinam com ser Deus

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