Forgotten

Linkin Park

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Forgotten

From the top to the bottom
Bottom to top I stop
At the core I've forgotten
In the middle of my thoughts
Taken far from my safety
The picture's there
The memory won't escape me

We're stuck in a place so dark
You can hardly see
The manner of matter that splits with the words I breathe
And as the rain drips acidic questions around me
I block out the sight and the powers that be
And duck away into the darkness
Times up
I wind up in a rusted world with eyes shut
So tight that it blurs into the world of pretend
And the eyes ease open
And it's dark again

From the top to the bottom
Bottom to top I stop
At the core I've forgotten
In the middle of my thoughts
Taken far from my safety
The picture's there
The memory won't escape me
But why should I care?

In the memory you'll find me
Eyes burning up
The darkness holding me tightly
Until the sun rises up

Listen to the sound
Dizzy from the ups and downs
I'm nauseated by the polluted rot that's all around
Watching the wheels of cars that pass
I look past to the last of the light and the long shadows it casts
A window grows and captures the eye
And cries out a yellow light as it passes me by
And a young shadowy figure sits in front of a box
Inside a building of rock with antennas on top, now
Nothing can stop in this land of the pain
The sane lose not knowing they were part of the game
And while the insides change
The box stays the same
And the figure inside could bear anybody's name
The memories I keep are from a time like then
I put on my paper so I could come back to them
Someday I'm hoping to close my eyes and pretend
That this crumpled up paper can be perfect again

Yo, from the top to the bottom
Bottom to top I stop
At the core I've forgotten
In the middle of my thoughts
Taken far from my safety
The picture's there
The memory won't escape me

I'm here at this podium talking
The ceremonial offerings dedicated to urban dysfunctional offspring
What's happening?
City governments are eternally napping
Trapped in greedy covenants
Causing urban collapse
And bullets that scar souls with dark holes
Get more than your car stole, some parts be blacker than charcoal,
For real
This society's deprivation depends not on our differences but the separation within
No preparation is made
Limited aid, minimum wage
Living in a tenement cage where rent isn't paid
Tragedy within a parade
The darkness overspreads like a permanent plague
I'm the forgotten

In the memory you'll find me
Eyes burning up
The darkness holding me tightly
Until the sun rises up

Esquecer/10

Do fim ao início,
Do início ao fim, eu paro
O meio foi esquecido
Entre meus pensamentos
Longe da minha segurança,
A imagem está lá,
A lembrança não me abandona.

Estamos num lugar tão escuro
que não se vê
O que acontece entre as palavras que respiro
A chuva pinga, perguntas ácidas, à minha volta
Eu cubro a visão do poder que existe
Eu me curvo na escuridão,
o tempo acabou
Eu me fecho num mundo enferrujado de olhos fechados
Tão apertados que se confunde com o mundo imaginário
E os olhos se abrem,
tudo escurece novamente

Do fim ao início,
Do início ao fim eu paro
O meio foi esquecido
entre meus pensamentos
Longe da minha segurança,
A imagem está lá
A lembrança não me abandona
Por que eu ligaria?

Na lembrança você me encontrará
Com os olhos queimando
A escuridão me segurando
Até o sol nascer

Ouça o som,
tonto pelos altos e baixos
Enjoado pelo rock poluído que existe por ai
Olhando as rodas dos carros que passam
Até acabar a luz e a sombra
A janela se aproxima e prende a vista
Uma luz amarela brilha quando passa por mim
Uma figura sentada na frente de uma caixa
Dentro é um prédio de pedra com antenas em cima
Agora nada pode parar nesta terra de sofrimento
Os sãos perdem sem saber que estavam no jogo
O conteúdo muda,
mas a caixa permanece igual
E o cara lá dentro poderia ser qualquer um
As lembranças que tenho são de uma época assim
Eu coloco o meu papel para poder voltar
Um dia espero fechar meus olhos e fingir
Que esse papel amassado está perfeito novamente

Do fim ao início,
Do início ao fim eu paro
O meio foi esquecido
entre meus pensamentos
Longe da minha segurança,
a imagem está lá
A lembrança não me abandona

Estou no pódio discursando, as oferendas cerimoniais
Dedicadas à cria urbana deficiente
O que está acontecendo?
Os governos das cidades estão sempre dormindo
Presos na ganância, causando o colapso urbano
Balas que deixam cicatrizes na alma
Mais do que seu carro roubado
Alguns corações estão mais pretos que carvão
Na real,
a privação da cidade depende
Não das nossas diferenças, mas da nossa separação
Sem preparo, auxílio limitado e salário mínimo
Vivendo em uma jaula alugada
Uma tragédia na parada
A escuridão se alastra como uma praga permanente
Eu, o esquecido

Na lembrança me encontrará
Com os olhos queimando
A escuridão me segurando
Até o sol nascer

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