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Tanto

Enséñame a rozarte lento,
Quiero aprender a quererte, de nuevo,
Susurrarte al oído, que puedo.

Si quieres te dejo un minuto,
Pensarte mis besos, mi cuerpo, y mi fuego,
Que yo espero si tardas, porque creo que te debo, mucho.

Ahora, que me he quedado solo,
Veo que te debo tanto y lo siento tanto,
Ahora, no aguantaré sin ti, no hay forma de seguir,
Así...

Vamos a jugar a escondernos,
Besarnos si de pronto nos vemos,
Desnúdame, y ya luego veremos,
Vamos a robarle el tiempo al tiempo.

Por mucho que aprieto tus manos,
Me cuesta creer que aún no te hayas marchado,
Me fundiré en tus labios,
Como se funden mis dedos en el piano.

Ahora, que me he quedado solo,
Veo que te debo tanto y lo siento tanto,
Ahora, no aguantaré sin ti, no hay forma de seguir,
Así...

Tú, que me enseñaste a ser sincero,
Sin temor a lo que pienso, evitando la mentira,
Tú, que siempre has estado presente
Y cuando no estaba la gente que tanto me prometía.

Tú, que me enseñaste a ser sincero,
Sin temor a lo que pienso, evitando la mentira,
Tú, que siempre has estado presente
Y cuando no estaba la gente que tanto me prometía.

Ahora, que me he quedado solo,
Veo que te debo tanto y lo siento tanto,
Ahora, no aguantaré sin ti, no hay forma de seguir,
Así, así, así, así, así, así, así, así...

Tanto

Ensina-me a acarinhar-te lentamente
Quero aprender a amar-te de novo
Sussurrar-te ao ouvido, que posso.

Se queres deixo-te um minuto,
A pensar nos meus beijos, no meu corpo e no meu fogo,
Que eu espero, se demorares, porque acho que te devo muito

Agora, que fiquei sozinho,
Vejo que te devo tanto e sinto-o tanto
Agora, não aguentarei sem ti, não há forma de seguir
Assim...

Vamos jogar a esconder-nos
Beijar-nos assim que nos vemos
Despe-me, e logo o veremos
Vamos roubar o tempo ao tempo

Por muito que aperte as tuas mãos
Custa-me acreditar que ainda não partiste
Fundirei-me nos teus lábios
Como se fundem os meus dedos no piano

Agora, que fiquei sozinho,
Vejo que te devo tanto e sinto-o tanto
Agora, não aguentarei sem ti, não há forma de seguir
Assim...

Tu, que me ensinaste a ser sincero,
Sem medo do que penso, evitando a mentira
Tu, que sempre estiveste presente
Quando não estava a gente que tanto me prometia

Tu, que me ensinaste a ser sincero,
Sem medo do que penso, evitando a mentira
Tu, que sempre estiveste presente
Quando não estava a gente que tanto me prometia

Agora, que fiquei sozinho,
Vejo que te devo tanto e sinto-o tanto
Agora, não aguentarei sem ti, não há forma de seguir
Assim, assim, assim, assim, assim, assim, assim, assim...

Composição: Pablo Alborán · Esse não é o compositor? Nos avise.
Enviada por Ana
Legendado por Ana e Teco
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