Dia a Dia da Fazenda

Renascença

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Guasqueava o vento nas minhas barbas tordilhas
Bem no topo da coxilha eu contemplo a criação
Entusiasmado com a ideia preparada
Vou vender minha boiada na chegada do verão

Estala o reio e o cusco me auxilia
Prega os dentes na novilha pra embocar no mangueirão
Depois faceiro vem pra mim se balançando
E a peonada assoviando, coisa linda é ser peão

(Lá na fazenda tudo é muito mais bonito
As estrelas no infinito acobertando o galpão
Na madrugada ronca uma gaita chorona
E a peonada se emociona junto ao fogo de chão)

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