Close To The Edge

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Close To The Edge

I - The Solid Time Of Change

A seasoned witch could call you from the depths of your disgrace
And rearrange your liver to the solid mental grace
And achieve it all with music that came quickly from afar
Then taste the fruit of man recorded losing all against the hour
And assessing points to nowhere, leading every single one
A dewdrop can exalt us like the music of the sun
And take away the plain in which we move
And choose the course you're running

Down at the edge, round by the corner
Not right away, not right away
Close to the edge, down by a river
Not right away, not right away

Crossed the line around the changes of the summer
Reaching out to call the color of the sky
Passed around a moment clothed in mornings faster than we see
Getting over all the time I had to worry
Leaving all the changes far from far behind
We relieve the tension only to find out the master's name

Down at the end, round by the corner
Close to the edge, just by a river
Seasons will pass you by
I get up, I get down
Now that it's all over and done
Now that you find, now that you're whole

II - Total Mass Retain

My eyes convinced, eclipsed with the younger moon attained with love
It changed as almost strained amidst clear manna from above
I crucified my hate and held the word within my hand
There's you, the time, the logic, or the reasons we don't understand

Sad courage claimed the victims standing still for all to see
As armoured movers took approached to overlook the sea
There since the cord, the license, or the reasons we understood will be

Down at the edge, close by a river
Close to the edge, round by the corner
Close to the end, down by the corner
Down at the edge, round by the river

Sudden problems shouldn't take away the startled memory
All in all, the journey takes you all the way
As apart from any reality that you've ever seen and known
Guessing problems only to deceive the mention
Passing paths that climb halfway into the void
As we cross from side to side, we hear the total mass retain

Down at the edge, round by the corner
Close to the end, down by a river
Seasons will pass you by
I get up, I get down

III - I Get Up, I Get Down

In her white lace, you could clearly see the lady sadly looking
Saying that she'd take the blame
For the crucifixion of her own domain

I get up, I get down
I get up, I get down

Two million people barely satisfy
Two hundred women watch one woman cry, too late
The eyes of honesty can achieve
How many millions do we deceive each day?

I get up, I get down
I get up, I get down

In charge of who is there in charge of me
Do I look on blindly and say I see the way?
The truth is written all along the page
How old will I be before I come of age for you?

I get up, I get down
I get up, I get down
I get up, I get down

IV - Seasons Of Man

The time between the notes relates the color to the scenes
A constant vogue of triumphs dislocate man, it seems
And space between the focus shape ascend knowledge of love
As song and chance develop time, lost social temp'rance rules above
Ah, ah

Then according to the man who showed his outstretched arm to space
He turned around and pointed, revealing all the human race
I shook my head and smiled a whisper, knowing all about the place
On the hill we viewed the silence of the valley
Called to witness cycles only of the past
And we reach all this with movements in between the said remark

Close to the edge, down by the river
Down at the end, round by the corner
Seasons will pass you by
Now that it's all over and done
Called to the seed, right to the sun
Now that you find, now that you're whole
Seasons will pass you by

I get up, I get down
I get up, I get down
I get up, I get down
I get up

Próximo do Abismo

I - O tempo solido de mudanças

A temporada de caça as bruxas poderia chama-lo das profundezas de sua desgraça.
E rearrumar seu fígado para a solidez da graça espiritual.
E realizar tudo com a música que desceu rapidamente de muito distante.
Então experimentar os frutos dos homens do passado, eventualmente perdendo tudo na última hora.
Acessando os pontos para lugar nenhum, liderando cada único indivíduo.
Uma gota de orvalho pode nos exaltar como a música do sol.
E retirar-te dos planos em que moves
E finalmente escolher o caminho que corres.

Descendo pela borda, logo após a esquina.
Ainda não, ainda não.
Próximo da borda, descendo pelo rio.
Ainda não, ainda não.

Atravessado a linha em torno das mudanças do verão,
Alcançando o exterior para chamar a cor do céu.
Passado cerca de um momento vestido matinalmente mais rápido do que se vê.
Superando todo tempo que eu tive de me preocupar,
Deixando todas as mudanças para trás.
Nós aliviamos a tensão só pra descobrir o nome do mestre.

Descendo pelo final, logo após a esquina.
Perto da borda, à margem do rio.
Estações vão lhe passar.
Eu me levanto, eu me abaixo.
Agora que esta tudo pronto e terminado,
Agora que você achou, agora que você é inteiro

II - Total Retenção De Massa

Meus olhos crentes, eclipsados com a lua nova conquistados pelo amor.
Isto mudou quase que como as tenções entre o maná purificado dos céus.
Eu crusifiquei meu ódio e segurei a palavra dentro de minha mão.
Há você, o tempo, a lógica, ou as razões que não entendemos.

Triste coragem das vítimas ainda de pé para todos verem.
Como tanques blindados aproximaram-se para esquecer o mar.
Desde o cordão, a licença, ou as razões que nos seremos entendidos.

Descendo pela borda, proximo do rio.
Próximo da borda, logo após a esquina.
Próximo do fim, descendo pela esquina.
Descendo pela borda, logo após o rio.

Problemas repentinos não deveriam levar as memórias súbitas.
No final das contas, a viagem o leva por todo o caminho.
Como que separado de qualquer realidade que você tenha visto e conhecido.
Adivinhando problemas só para enganar as menções.
Fazendo caminhos que quase sobem para o vazio.
Enquanto atravessamos de um lado para outro, ouvimos a retençao de total massa.

Descendo pela borda, logo após a esquina.
Proximo ao fim, descendo pelo rio.
Estações vão lhe passar.
Eu me levanto, eu me abaixo.

III - Eu Me Levanto, Eu Me Abaixo.

Em seu laço branco, você poderia ver claramente a moça olhando tristemente,
Dizendo que ela iria assumir a culpa
Da crucificação de seu próprio domínio.

Eu me levanto, eu me abaixo.
Eu me levanto, eu me abaixo.

Duas milhões de pessoas quase não satisfeitas.
Duas mil mulheres assistem uma chorar, muito tarde.
Os olhos da honestidade podem alcançar.
Quantos milhões vamos enganar por dia?

Eu me levanto, eu me abaixo.
Eu me levanto, eu me abaixo.

No cargo de quem está lá pra me acusar.
Eu pareço cego e digo que vejo o caminho?
A verdade esta escrita por toda a página.
Quão velho estarei antes de ter idade para você?

Eu me levanto, eu me abaixo.
Eu me levanto, eu me abaixo.
Eu me levanto, eu me abaixo.

IV - Estações Do homem

O tempo entre notas relacionam a cor com as cenas.
Uma constante moda de triunfos deslocam o homem de como ele realmente é.
E o espaço entre o foco da forma ao aperfeiçoamento do conhecimento do amor.
Como musica e chance desenvolve tempo, perdendo regras sociais superiores.
Ah, ah

Então, de acordo com o homem que mostrou seu braço estendido para o espaço
Ele virou e apontou, revelando toda a raça humana.
Balancei a cabeça e sorri um sussuro, sabendo tudo sobre o local.
No monte nos vimos o silencio do vale.
Chamado para testemunhar somento ciclos do passado.
E alcançamos tudo isso com movimentos entre a observação apresentada.

Próximo da borda, descendo pelo rio.
Descendo pelo fim, logo após a esquina.
Estações vão lhe passar.
Agora esta tudo acabado e pronto.
Chamado para a semente, direto ao sol.
Agora que você achou, agora que esta completo.
Estações vão lhe passar.

Eu me levanto, eu me abaixo.
Eu me levanto, eu me abaixo.
Eu me levanto, eu me abaixo.
Eu me levanto.

Composição: Anderson / Bill Bruford / Howe / Squire / Wakeman · Esse não é o compositor? Nos avise.
Traduzida por Marinhoh
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