Tradução gerada automaticamente

Destino
João Terra
Destino
Destino
Yo soy quien baja por el asfalto en el Morro da TerezinhaEu sou quem desce o asfalto no Morro da Terezinha
Y hasta me siento en mi cruzando esas quebradasE até me sinto na minha cruzando aquelas quebradas
Entre ventanas cerradas, perros y patrullasEntre janelas fechadas, cachorros e camburões
Y tiene como meta, o incluso más, su destinoE tem como meta, ou inda mais, sua sina
Es ver dónde terminan los dolores de este vivirÉ ver aonde terminam as dores desse viver
Y ver si las llagas, claras en cada retinaE ver se as chagas, claras em cada retina
No es porque determina la ronca voz del poder, del poderNão é porque determina a rouca voz do poder, do poder
Yo soy quien cumple el destino de haber nacido en el monteEu sou quem cumpre o destino de ter nascido no mato
Y haber vivido en el morro entre flores en la veredaE ter morado no morro entre flores na calçada
Entre celdas y trampas, la alegría y la soledadEntre celas e ciladas, a alegria e a solidão
Pero ser un poeta, y ser llamado por el tiempoMas ser um poeta, e ser chamado pelo tempo
Para ser la voz que revela lo que el dolor silencióPra ser a voz que revela o que a dor silenciou
Pero ser un poeta, y tener la mano atrevidaMas ser um poeta, e ter a mão atrevida
Garabateando en líneas rectas, los caminos torcidos de la vidaRabiscando em linhas retas, os rumos tortos da vida



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