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Desesperada na Rua

Geraldo Espíndola

Me sinto andando e chorando
Por uma dor que não é sua
É de ninguém, eu quero alguém
Nenhum amigo me vem.
Por dentro meu corpo sua
Desesperada na rua
Nenhuma esperança
Por estar tanto na sua.
Sou fera que não amansa
Sou fera que não amansa
Agora é que você dança.
Hoje é um outro dia
Que parece nunca passar
Cansado de amar eu grito
A dor de ouvido dos aflitos.
Ontem foi pouco que eu saiba
Pensava até ser bacana
Mas, meu amor é o sacana
De uma casa de tábua.
Nem só de pau vive o homem
Nem sempre águas dão peixe
Não são meus olhos que somem
Num labirinto de deixe
Deixe-me amar, desesperada de lua
Amargurada e na sua
Desesperada na rua.

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