Um grito de esperança

Mc Pikeno e Menor

E se acabou no mundo a paz,
moleque se revoltou, na hora de optar preferir atirado
não quer voltar mais atrás sua cabeça já mudou, não
quer voltar mais atrás sua cabeça já mudou, na hora de
optar preferir atirado.
É que o menino se revoltou de ponta a ponta na Baixada
Santista,
PJL é a cara favela, tá ligado é nóis que convive
nela,
É que o menino se revoltou no Bom Retiro e na Santa
Maria,
Na Divinéia e no Dale Capela, na última Ponte e na
Vila Telma,
Não se ilude com um sorriso, eu sei que tu nos tira
como inimigos
Não se ilude com um sorriso, eu sei que tu nos tira
como inimigos.

(refrão)
Eu tô pouco me lixando, para o que tu ando falando zé
povinho
Os meus irmãos que estão lá nas trancas, e por eles
que eu não perco a esperança.
É o meu sangue que tá lá na tranca, e é por eles que
eu não perco a esperança.

Para cadeira saldações meus queridos, desejo PAZ pra
vocês no conviviu,
tô ciente que o sistema é cabuloso, porque o crime ele é
tão tenebroso,
Nossa senhora, ó me de mão, me de a mão, para que eu
posso fugir da trairagem
Com todos manos eu quero ser sangue bom, deixar de
lado a porra da maldade
Eu tô ligeiro sempre tem um vermão, tô só olhando
heim
Um talarico agindo na falsidade, Praça da Santa
decreto a lei do cão, pra corações armados com a
maldade.
E agora tem a arena atenção, e pra esses vermes é
triste o fim do combate,

É que o menino se revolto, sentiu na pele o gosto da
traição
Não se ilude com um sorriso, Santa Maria o bonde é
pesadão.

(refrão)
Eu tô pouco me lixando, para o que tu ando falando zé
povinho
Os meus irmãos que estão lá nas trancas, e por eles
que eu não perco a esperança.
É o meu sangue que tá lá na tranca, e é por eles que
eu não perco a esperança.

É que o menino se revoltou no Bom Retiro e na Santa
Maria,
Na Divinéia, e no Dale Capela, na última Ponte e na
Vila Telma
É que o menino se revolto, sentiu na pele o gosto da
traição
Não se ilude com um sorriso, o Bom Retiro o bonde é
pesadão
Não se ilude com um sorriso, esse é o grito de
esperença pros irmãos.

(refrão)
Eu tô pouco me lixando, para o que tu ando falando zé
povinho
Os meus irmãos que estão lá nas trancas, e por eles
que eu não perco a esperança.
É o meu sangue que tá lá na tranca, e é por eles que
eu não perco a esperança.

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