
Bitterusso Champagne
O Rappa
Um sonho, um sonho
Um brinde com taça de vinho
Cheiro de asfalto no sangue
Um atalho com fuzil no caminho
No cardápio, bitterusso, champagne
Um atalho com fuzil no caminho
No cardápio, bitterusso, champagne
Cordão de fé tirado do peito
E uma luz no fim do presídio
Mais um buraco cavado às pressas
Pra aliviar o suplício
A esperança no orifício, na revolução
Quanto mais tiram de nós
Lá dentro, corrupção
Os atentados civis viram showmícios
Dos que nunca estão no controle
Dos que nunca estão no controle
E vão crescendo os vícios
E vão crescendo os vícios
E vão crescendo os vícios
E vão crescendo os vícios
Caindo por terra, caindo por terra
Pela batalha
Caindo por terra, caindo por terra
Pelo discurso
Sofrimento pra alguns é ser feliz
Pra quem nunca teve nada
É tudo que sempre quis




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