Chicote Estrala

Apocalipse 16

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Sem trabalho, sem salário, sem comida, dentro do armário
Sistema falho, sem estudo, falta de tudo, fim do mundo
Absurdo, já não me iludo, poder fajuto, dinheiro imundo
Comprando todo mundo
Passagem de ida somente para o fundo
Quem não se vende, os homens prendem
Quem não paga, os homens matam
E assim a maldade propaga

Quantos réus ainda mais eles querem
Quantos milhões ainda mais eles querem
Quantos mortos ainda mais eles querem
Quantos órfãos ainda mais eles querem
Quantas prostitutas ainda mais eles querem
Quantos inocentes nesses jogos se ferem
A justiça virá, tenha calma, esperem
Eu vou lamentar, mas cabeças vão rolar

Quantos nomes estão na lista
dos que vão pagar, no dia da justiça
Muitos nomes estão na fila
dos que vão sangrar, no dia justiça
Abre seu olho não se enfeitiça
Não suje sua honra nessa imundiça
Não desperdiça sua vida com cobiça
Quem participa nessas fitas vai pagar com a vida
Eu li na bíblia, ta confirmado
O sangue dos justos e pequeninos, por Jesus será vingado

Quem oprime e vive no crime não sai impune
Não sai, não sai não
A justiça do céu vai vigorar
O homem cruel um dia vai pagar

Pra quem oprime o povo pobre que rala
O chicote estrala, o chicote estrala
Com o fruto do seu roubo na mala
O chicote estrala, o chicote estrala
E pra que mata o inocente a bala
O chicote estrala, o chicote estrala
Autoridade que vê tudo e se cala
O chicote estrala

Cansado de tantas promessas
Segue na avenida, de tudo duvida
Vai empurrando a vida com a barriga
Quem era antes esperança ia pra urna digitando confiança
De tão inocente, ficava até doente, mas hoje não mais
Se sente impotente e incapaz
Mas a onda leva e traz, e não desacredita
O mundo gira, a punição pra toda essa mentira um dia vem
O discurso preparado, tudo bem pensado
O assessor do lado, pra que nada saia errado
Eloqüente, esses dias eu vi dois deles, frente a frente

Que confusão na minha mente
Convincentes, isso que é o pior
Não consegui sacar quem mentia melhor
Estão matando gente, por um pouco de papel
Desenterraram agora até o Celso Daniel
O cheiro de toda essa maldade já subiu aos céus
O perverso um dia sentará no banco dos réus
Não adianta se esconder nos Alpes
Com o fruto de todos os seus desfalques
Se não pagar aqui na terra, pagará na eternidade
O justo juiz conhece toda a verdade
E pra quem acha que tudo termina em pizza
Eu quero ver quando o chicote estralar

Deus, eu confio em ti
E na justiça que fará por mim

Composição: Pregador Luo e Rogério Serralheiro · Esse não é o compositor? Nos avise.
Enviada por Knoxville
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